Em
busca de conhecimento, dois diretores da ECOSURFI participaram,
nos dias 12, 13 e 14 de outubro, do I Congresso Brasileiro
de Jornalismo Ambiental, realizado no SESC – Santos,
e divulgaram o nome de Itanhaém e o trabalho da
ECOSURFI para o mundo. Estudantes de jornalismo, os diretores
de Planejamento da ONG, João Ricardo Malavolta,
e de Comunicação, Bruno Pinheiro, fizeram
parte deste evento que está sendo considerado um
divisor de águas no setor.
Organizado
pela Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental (RBJA), o
evento juntou quase 1000 ecojornalistas e estudantes engajados
na área ecológica para debater os caminhos
das pautas ambientais e trocar informações
e experiências.
“É
muito bom ter contato com pessoas que já possuem
um vasto histórico de atuação e experiências
para nos transmitir”, fala Malavolta. Ele explica
ainda que a participação em eventos deste
calibre serve, sobretudo, para aprender. “É
muita informação. Muita gente fazendo muita
coisa. A partir dos modelos que vimos, podemos desenvolver
algo adaptado à nossa realidade. É como
diz a Agenda 21, ‘pensar global e agir local’”.
Para
a coordenadora de comunicação da Fundação
SOS Mata Atlântica, Ana Lígia Scachetti,
a comunicação no âmbito do terceiro
setor é fundamental para, além de divulgar
as ações realizadas, transmitir a ideologia
das entidades à sociedade em geral. “As emergências
tratadas pelas instituições que representam
movimentos da sociedade civil têm que submergir,
saltar aos olhos do público em geral e também
dos específicos, para que não sejam recado
apenas de ONG para ONG”.
De
acordo com um dos moderadores da RBJA, Adalberto Marcondes,
que é também editor da site Envolverde (www.envolverde.com.br):
“Verde deve ser a cor do jornalismo no século
21”.
Depto.
Comunicação Ecosurfi